Mostrando postagens com marcador fotografia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fotografia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Exposição - Comores: o retrato da imigração africana em Marselha

Imagens dos imigrantes de Comores na livraria do Bom Fim.

No Bairro do Bom Fim, há um espaço de exposições para fotografia. E a livraria Palavraria organiza uma exposição do fotógrafo Marcus IIzuka com abertura para o dia 31/08 às 19:00 horas.

Para quem gosta de ler e tomar um bom café nos espaços aconchegantes.Acontecem também atividades como palestras e debates, oficinas, saraus poéticos e saraus musicais.

Com o título da exposição de Comores: o retrato da imigração africana em Marselha, Marcus Iizuka, a convite de França e Fundação Japão, foi fotografar em 2004 a imigração africana na cidade de Marselha, sul da França, para participar de um projeto chamado Olhares Cruzados. As fotografias retratam o povo de Comores, arquipélagos próximos a Madagascar no Oceano Índico. Segundo Iizuka, foi escolhido o povo Comorense pelas características de serem pessoas de ilha, ex-colônia francesa e considerada clandestinos na França. Com a semelhança aos avôs de Iizuka do movimento de imigrantes de japoneses ocorrido a 100 anos.

As 18 fotografias são retratadas os rostos, os lugares e bairros, alimentação e o modo de viver fora e longe da sua terra. Quebrando o romantismo da imigração e colocando um questionamento até onde começa a legalidade e aonde termina a ilegalidade do movimento imigratório no mundo todo.


Revisão do texto: Luiz Heron, Palavraria


Exposição

Comores: o retrato da imigração africana em Marselha.

Abertura
dia 31/08 (segunda-feira) às 19:00 horas
de 31/08 a 30/10
De segunda a sabado das 11 às 21:00 horas

Palavraria Livraria e Café
Rua Vasco da Gama, 165
Bom Fim, Porto Alegre, RS Fone: 3268.4260

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Exposição Gaijin no Blue Tree Millenium de Porto Alegre


A exposição itinerante iniciou no evento Japan Experience 2005 no Sesc Vila Mariana em São Paulo e em 2006 para Blue Tree Tower Paulista e no mesmo ano participou da Semana da Cultura Japonesa no MIS de Florianopolis. E finalmente em 2008 rertorna ao Blue Tree Paulista fazendo parte da comemoração do centenário com o apoio do Instituto Paulo Kobayashi.

Quando: até 14/11/2008.
Local: Blue Tree Millenium Porto Alegre
Terceiro Andar
Rua Borges de Medeiros, 3120 Praia de Belas, Porto Alegre


http://www.bluetree.com.br
http://www.adnews.com.br/cultura.php?id=73514

Informações: 51-9166-6944

domingo, 11 de maio de 2008

Uninove digital

A Uninove participa homenageando o centenário da imigração japonesa convidados fotografos da comunidade nipo-brasileiro.
Visite o site acessando:

http://portal.uninove.br/digital/fotos.cfm?from=topmenu

domingo, 27 de abril de 2008

selecionado no salão de arte

Antes do carnaval de 2008, eu e a minha mulher estavamos indo visitar o meu irmão em Florianópolis e próximo a cidade de Itajaí, o rio Piçarras transbordou e a importante BR 101 ficou bloqueado durante 13 horas, 20:30 até as 9:30 do dia seguinte, e enquanto esperava as águas do rio abaixar fiquei fotografando a paisagem noturna, bloqueada e silenciosa. Caminhões, ônibus e automóveis parados da longa estrada. A ponte tem 10 metros de comprimento e as águas do rio alacançavam mais de 200 metros de extensão. Será que a engenharia errou de cálculo ou esqueceu que o rio transborda quando chove?
O lado Bom, enviei as fotos da longa espera para o 36. Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto e fui selecionado.

(tamanho: 1,50m x 1,20m )

Para mais informações acesse.

http://www.santoandre.sp.gov.br/bn_conteudo.asp?cod=4

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Fotografia de Cena do filme Gaijin ama-me como sou, um filme de Tizuka Yamasaki

Foi em 2002. Emocionante. Na cidade de Londrina, norte do Paraná. Participar dos bastidores da gravação do filme Gaijin ama-me como sou foi muito importante e principalmente vivenciar a construção das cenas. Imaginar que partir de um história, uma pré-produção de 4 anos, planejamento, captação, equipe e muita transpiração.


O mundo invisível. A história transformada em realidade com fios, cabos, canos, gruas, trilhos, cameras, microfones, cenários, cidade construídas, monitores e outras parafernárias. E ainda com a participação de profissionais como maquiadores, costureiras, muitos assistentes, equipe de produção, equipe de montagem, equipe de iluminação e som, motoristas e muitos outros profissionais.








A magia do cinema é apaixonante. Com a autorização da diretora Tizuka Yamasaki, fotografava as várias cenas de ensaio dos atores e com a palavra "ação", o silêncio era absoluto atrás das cenas.







Faça chuva, faça sol. A missão de filmagens durou dois meses e com apenas um dia de folga durante a semana, trabalhavam quase 12 horas a 14 horas por dia.

Dizem que o que vale na vida é uma boa história.

A exposição itinerante iniciou no evento Japan Experience 2005, Blue Tree Tower Paulista em 2006 e Semana da Cultura Japonesa no MIS de Florianopolis. E finalmente em 2008 rertorna ao Blue Tree Paulista fazendo parte da comemoração do Centenário no ano de 2008 e finalizando no blue tree Millenium Praia de Belas em Porto Alegre.

Mais informações: www.tizukayamasaki.com.br

domingo, 11 de novembro de 2007

Merci, Henry Cartier-Bresson

Em 1988, vi um livro de Bresson e fiquei encantado, “meu Deus o que ele faz com a fotografia”, e comecei a fotografar. No ano de 2004, estava na cidade de Marseille, França, participando do projeto Ano do Brasil na França, e uma triste notícia, "morre Bresson"., 02/08/2004. Com pouquíssimo dados de como chegar ao lugar, fui atrás mesmo assim, recorria a tudo que é de língua portuguesa. Algo me dizia para ir.
E fui…

A conspiração a favor. Através grande ajuda de uma amiga, Aurelie, diz que sabe aonde esta Bresson. Seguindo as estradas da região de Provance, com belas paisagens que inspiraram grandes artistas, chegamos a cidade de Montjustin. A figura acima é um grande amigo de Bresson, o artista Sergio Giolo, italiano, pintor do estilo naif. A foto que ele segura foi fotografado pelo amigo, “o Bresson andava muito a pé, gostava muito de andar nessa região, e também gostava de convesar muito, ele é super simples e acessível”. Sergio Giolo mora na cidade de Montjustin aonde o Bresson foi enterrado.


A cidade de Montjustin.

Procuramos muito o lugar. Uma emoção com os pés e mãos geladas. A mesma sensação quando visitei o pequeno cemitério dos antepassados no Japão, quando pisei no solo sagrado, as minha pernas sentiram muito calor e um medo. E finalmente encontramos.....

Simples mas sagrado. Merci Henry Cartier-Bresson...


obs. agradecimentos ao blog do fotogarrafa/CAJU